O Ciborrense

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Instituições

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Recordar é Viver...
No centro desta Aldeia ergue-se altaneiro o edifício da Casa do Povo, desde o início escolhida pelos habitantes locais para as suas reuniões culturais, recreativas ou de convivência social. O seu Presidente da Assembleia é o sr. Dr. António Aires Rosado Pereira e a sua Direcção é presentemente constituida pelos srs. Pedro Vicente Ferreira – Presidente; Benigno Manuel Salvaterra – Secretário; e Custódio Faustino Coelho – Tesoureiro.
Durante largos anos exerceu funções directivas na Casa do Povo e foi o grande Homem do Ciborro, pelo seu dinamismo, influência e actividade, o sr. António Carapinha, a quem a idade e falta de saúde não permitem hoje a vida movimentada de outros tempos, mas cujo espírito continua atento e dedicado aos interesses públicos locais. Desde 1937 a 1966 devotou-se de tal ordem aos problemas deste Povo, sobretudo através da Casa do Povo, sacrificando a sua vida particular, tempo e dinheiro, que conseguiu, de colaboração com os restantess membros da respectiva Direcção, dar-lhe uma actividade e uma influência popular dificilmente igualáveis em organismos congéneres. O telefone, o campo de futebol e arruamentos da parte nova da Aldeia são principalmente fruto do esforço e sacrifício, até monetário, dele e do falecido há pouco sr. Manuel Campino, que perdura na memória agradecida de todos...

O cabo Chefe do Ciborro, desde há 4 anos, era o sr. António Bento, outra pessoa de extrema dedicação, bom senso e competência na defesa dos interesses de todo este Povo e a quem a Familia Valenças concedeu procuração bastante para venda de terrenos necessários ao crescimento da Povoação. É o actual orientador e animador desta Aldeia, sempre pronto e sabedor para resolver todas as dificuldades. Vários outros Homens dedicados e unidos nas mesmas preocupações de construir o futuro desta sua terra, podiamos citar ainda, que de todos são conhecidos e respeitados: Agostinho Facas, José Canelas, Augusto Roque e tantos outros que bem merecem o reconhecimento deste Povo.

'Terra de Acordeonistas'
Poucas terras haverá no País que tanto mereçam este título como o Ciborro. Enumeramos apenas alguns dos mais conhecidos: Srs. Possidónio Raposo, Manuel Francisco, José Lourenço, Heliodoro Manuel.
Entre todos distinguiu-se, a nível nacional, Mestre Joaquim Frescata Raposo que foi Professor de Acordeon na Escola Vitorino Matono em Lisboa. O pequenino “Tony Raposo”, aos três anos de idade, exibia-se já nos estúdios da Rádio Televisão Portuguesa, para todo o País, o que é suficiente para indicar o seu valor, recebido como excepcional vocação da Família.
 
'Geração Nova'
Seguindo no caminho e exemplo dos seus maiores, un numeroso grupo de rapazes se têm empenhado pelo progresso desta Aldeia. Apenas referimos em homenagem a todos, o nome de um deles, que há muitos anos trabalha como Escriturário da Casa do Povo, seu empregado como Ajudante de Farmácia, encarregado do respectivo Posto de Medicamentos de Urgência, e Ajudante do Posto local de Registo Civil, alma aberta para todas as iniciativas benéficas: Eliseu António Carapinha. A esses novos cabe a missão de continuar a luta pelo progresso da sua terra, sob todos os aspectos, tanto materiais como espirituais e morais.

Casa da Cultura e Recreio do Ciborro
Igreja do Ciborro
Casa da Cultura e Recreio do Ciborro
Igreja do Ciborro
Artesão da nossa aldeia (Almocreve)

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